ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XII CONGRESSO INTERNACIONAL ABRALIC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XII CONGRESSO INTERNACIONAL ABRALIC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:79-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">79-1</td><td><b>Transposição de gêneros e deslocamento de fronteiras: uma leitura de dois relatos históricos de María Rosa Lojo</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Antonio R. Esteves </u> (UNESP-ASSIS - Universidade Estadual Paulista- UNESP- AssisUNESP-ASSIS - Universidade Estadual Paulista- UNESP- AssisUNESP-ASSIS - Universidade Estadual Paulista- UNESP- AssisUNESP-ASSIS - Universidade Estadual Paulista- UNESP- Assis) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>No limiar entre literatura e história, a argentina María Rosa Lojo, tece seus relatos entrecruzando fios de variada procedência. O resultado é um tecido, diferente e multicolorido, onde categorias tradicionais como gênero e fronteira se esgarçam fazendo brotar, de suas riscas, significados múltiplos e ambíguos. Nesse contexto, a presente comunicação propõe a leitura dos relatos  El alférez y la provisora e  El extranjero , do livro "Amores insólitos de nuestra historia", publicado em 2001. Ruptura de gêneros e deslocamento de fronteiras é o norte que direciona a tessitura dessas histórias de amor pouco lembradas por um discurso hegemônico que trata de encobrir fissuras. Pelas manhas do discurso literário, celebram-se então esses amores já não mais insólitos, mas criadores de uma nova realidade, prenhe de encontros e comunhões, em busca da unidade perdida nos estertores do mito.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>