ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>XII CONGRESSO INTERNACIONAL ABRALIC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>XII CONGRESSO INTERNACIONAL ABRALIC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:168-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">168-1</td><td><b>Homens estranhos e as mulheres que os evitam</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Myriam Corrêa de Araujo Ávila </u> (UFMG - Universidade Federal de Minas GeraisUFMG - Universidade Federal de Minas Gerais) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Kuame Appiah lembra, em <i>Na casa do meu pai</i> , que "a oposição entre a cultura refinada e a cultura de massa só existe em campos em que há um corpo significativo de instrução ocidental formal." Embora se refira à África, podemos trazer essa reflexão para a produção cultural brasileira. Nas áreas de menor tradição erudita, como a das artes plásticas e a da música (mencionadas também explicitamente por Appiah), essa indefinição fica mais evidente se não tentarmos isolar o popular em uma suposta pureza "de raiz", mas voltarmo-nos para o que de fato se produz na rua, para o contemporâneo. Entretanto, seria possível perceber uma dissolução em andamento entre o popular e o erudito em um campo muito mais regulado em termos de trocas simbólicas como é o do literário? Esta comunicação examina a questão a partir de uma parte da produção poética mais recente e toma como mote o verso de uma canção intitulada "Mercado Central", da banda belorizontina pexbaA.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>